Thursday, October 17, 2013
Wednesday, October 02, 2013
Há gente boa que não sabe que o é...
Hoje, ao contrário do que é habitual, não vou escrever sobre marketing mas sobre um episódio que ocorreu comigo ainda há pouco.
Fá-lo porque, para além de muito bem me ter feito ao ego, foi mais uma cena de um filme da vida, onde se relembra que existe gente boa, que não sabe que o é, pelo bem que faz ao outro. Acreditem!
E acreditem que em cada um de nós há, de certeza, um papel importante nas cenas do filme de vida que por aí andam!
Nós não somos más pessoas! Até temos um lado bom! Todos nós temos esse lado bom! Só que muitas vezes nos esquecemos ou não damos o devido valor!
Mas acreditem que basta pouco mas muito pouco para fazer alguém se sentir bem e basta pouco, mas muito pouco também para fazermos algo que nos faça bem!
Só temos de deixar ser um pouco menos egoístas, um pouco mais atentos ao que se passa à nossa volta!
Devemos valorizar verdadeiramente e justamente o que temos. Podemos ter tido um dia menos bom mas se pensarmos bem...lá no fundo devemos nos lembrar e sorrir porque estamos vivos e que o devemos aproveitar porque a nossa passagem por cá é muito rápida!
Devemos aproveitar o facto de cá estarmos (neste Mundo) ao máximo, não como se não houvesse amanhã mas de facto porque é tão bom vivermos!
E hoje senti isso mesmo! Bastou um casal anónimo (anónimo porque não sei os seus nomes mas depois de hoje nunca mais me esquecerei das suas caras!) me ter abordado no supermercado só porque me tinham visto a falar sobre um dos meus projectos na televisão e desejaram-me as maiores felicidades e o maior sucesso pois acharam a ideia engraçada e que eu devia ter sucesso.
Pois foi...foi pois, um momento de good vibes, de uma energia positiva que me fez sorrir de felicidade e beliscar para que nunca me esqueça que há muito boa gente por aí, em todos nós, que com muito pouco pode contribuir para alguém ser feliz!
Olhemos para os outros e para nós e façamos os outros e a nós um pouco mais felizes! :)
Wednesday, September 18, 2013
Os meios justificam os fins
Para uma campanha publicitária ser considerada bem sucedida,
a sua mensagem terá de chegar ao público alvo (notoriedade) e deverá
corresponder a um determinado comportamento junto destes (uma compra, uma acção
etc.). Nesse sentido, a importância dos meios de comunicação poderá ser
fundamental no sentido de reforçar e credibilizar a própria campanha
publicitária.
O que se pretende numa determinada campanha publicitária,
não é somente fazer com que ela seja vista pelo seu público alvo, mas também
que a mesma seja considerada credível.
Muitos dos consumidores não lêem ou são cépticos a alguns
anúncios, nomeadamente quando estamos perante o lançamento de um novo produto: a
campanha publicitária poderá não ser suficiente para o “credibilizar” junto do
seu público alvo.
Aí poderão os meios de comunicação ser os parceiros ideais
nessa credibilização. Se, ao mesmo tempo que sair um anúncio publicitário,
surgirem notícias nos jornais, nas redes sociais, na televisão, com o
testemunho (positivo, claro!) de outras pessoas, sejam elas consumidores
anónimos ou líderes de opinião, será, sem dúvida, uma mais valia.
Recordo-me o que se passou comigo há uns anos, aquando do
processo de escolha de um carro. Comecei por pesquisar na internet por vários
modelos de diferentes marcas de um determinado segmento e ao nível do seu
custo. Depois desta primeira seleção, identifiquei duas marcas que considerei
adequadas ao que procurava, mas tinha de me decidir por uma. Então comprei
revistas da especialidade, pois queria ler a opinião de quem já os tinha
experimentado. Dessas leituras destacou-se uma opinião muito positiva sobre o
conforto de um dos carros. Pensei para mim que até na definição de conforto
poderemos ter considerações diferentes mas, de facto, quando me sentei pela
primeira vez nesse carro, comprovei que o tinha!
Muitas das vezes precisamos ‘ouvir’ uma fonte independente
para ajudar-nos a decidir e os meios de comunicação, para além de serem o
veículo difusor da campanha publicitária, poderão ser em si mesmos o meio para
passar uma mensagem de reforço e credibilização.
Sunday, July 21, 2013
O que marca é a Marca
O branding (processo de
activação de uma marca) sempre foi aplicado a produtos de consumo, mas a partir
dos anos 90 passou também a ser adoptado pelos destinos. A necessidade de se
criar uma marca surge com o propósito de ajudar a competir mais eficazmente,
num ambiente de marketing cada vez mais competitivo.
Nesta era de
super-marcas pode parecer estranho considerar uma cidade, região ou país como
uma marca mas, quando fazemos escolhas, todos optamos por determinada marca por
algum motivo - “Uma marca tem de parecer um amigo” Howard
Schultz (Starbucks).
Destinos de todo o globo (inclusive da Lua) estão a usar o poder da marca para
promover os valores indígenas dos seus patrimónios, culturas, economias,
ambientes, etnias e histórias.
Mas determinar uma identidade genuína não é um processo simples.
Os locais estão a aumentar a sofisticação da sua oferta
em todo o ciclo do turista (notoriedade, motivações, acessibilidade,
experiência local) para atrair e fidelizar cada vez mais.
Observa-se um esforço dos destinos na realização de
eventos mediáticos, no sentido de aumentar os níveis de notoriedade. Esta
concorrência faz com que seja importante, independentemente da dimensão ou
composição do destino, diferenciar-se e comunicar aspectos que são relevantes e
valorizados, centrados numa experiência emocional e memorável.
O grande desafio será definir os parâmetros pelos quais queremos ser conhecidos como
destino ou produto. Como podemos sobressair na “multidão” e, naturalmente, que
pensamentos e sentimentos queremos provocar, quando as pessoas são expostas ao
nosso nome, à nossa marca.
A marca será,
em última instância, o elemento congregador de tudo o que queremos passar. Aquele
refrigerante de sabor a cola, que imaginamos saborear com gelo e limão numa
esplanada num dia de Verão enquanto estamos com gente gira tem uma marca,
Coca-cola.
É na
marca que se poderá reunir o adn do que queremos promover.
Thursday, June 20, 2013
Novo produto ou produto novo?
A
dinâmica dos mercados, como seja a sua volatilidade e/ou a necessidade de
preservar o mercado de actuação ou até mesmo a ambição de alargar os seus
mercados, faz com que as empresas devam estar em constante procura de novos
meios para superar os desafios que todos os dias tem de encarar
Uma
das formas é através do lançamento de um novo produto ou até mesmo reanalisar o
produto que já tenham e, reinventá-lo, se assim se concluir ser necessário.
Mas
porquê o lançamento de um novo produto? Porque apostar na introdução de um
produto que à partida e, numa primeira fase, terá um volume de vendas reduzido?
Por
diversos motivos. Desde o assegurar da sobrevivência - e o próprio crescimento
- das empresas, passando pela necessidade de se substituírem produtos que
atingiram a sua fase final no ciclo de vida, ou de produtos menos
bem-sucedidos, ou ainda quando se determinam oportunidades através de novos
nichos de mercado até então inexplorados. Mas atenção, apenas uma pequena
percentagem de novos produtos é bem-sucedida.
Ou
porque reanalisar o seu produto e adaptá-lo às novas realidades?
O
acompanhar das tendências de mercado é vital e deve ser constante. O que foi
concebido no passado, mesmo que tenha sido há pouco tempo, deve ser
constantemente acompanhado para se perceber se o mesmo continua a satisfazer as
necessidades para o qual foi criado ou se necessita de reajustes às novas
tendências.
Em
qualquer uma das situações, para minimizar riscos urge a necessidade de
recolher o máximo de informação disponível sobre o mercado onde pretendemos
intervir ou onde já actuamos (dimensão, pontos fortes e fracos, etc) e sobre os
players já existentes. Podemos ter acesso a essa informação, quer através dos
próprios clientes , quer com base em informação disponível nos centros de Estatísticas quer através da
área comercial da empresa, para além das próprias áreas de investigação e
desenvolvimento.
Uma
vez recolhida a informação, é necessário confrontar as principais conclusões
que foram seleccionadas com a estratégia e capacidade da própria empresa (ou
seja, perceber se a empresa está preparada quer em termos de estrutura quer em
termos de modo de actuação) ao mesmo tempo que se deve tentar determinar a
receptividade do mercado.
Em
resumo: informação do mercado, benchmarking, teste, aplicabilidade/oportunidade
e apresentação/imagem são as palavras-chave no trabalho a desenvolvimento de um
novo produto. Defina objectivos e adeque a sua estrutura à nova realidade.
A
facilidade e rapidez com que as empresas se irão adaptar às novas tendências, é
um dos principais factores críticos para o sucesso das mesmas.
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Thursday, April 18, 2013
Uma marca poliglota, please!
O nome que
se dá a uma marca deve atender ao posicionamento estratégico, deve criar uma diferenciação dos concorrentes e,
caso possa estar exposto a outras culturas, deverá ter atenção o que poderá
representar perante quem é de uma cultura/pais diferente.
Mas não é um
processo fácil. Para cada nome memorável e relevante,
existem milhares de nomes irrelevantes, genéricos, difíceis de se pronunciar,
ou simplesmente impossíveis de nos lembrarmos.
Assim é unânime que
uma denominação mal escolhida pode acelerar para o seu fracasso. Vejamos alguns
exemplos em que não houve o cuidado na selecção e adaptação dos nomes aos
diferentes mercados:
A Ikea quando lançou uma das suas mais
recentes lojas em Banguecoque esteve quase a vender produtos com denominação
escandinava mas que em tailandês tinham conotações sexuais, como foi o caso do
vaso de plantas Jättebra, que se
assemelha, na gíria, a sexo
na Tailândia. Assinatura da rede de fast food KFC, " finger-lickin' good ",
não funciona muito bem na China. Aparentemente, a cadeia de fast food estava sugerindo que queriam "comer os seus dedos."
Outro exemplo menos feliz aos olhos de
outra cultura é o Toyota MR2 que na França ao se ler M-R-Deux fica a soar a m... A Fiat também não foi feliz com o
UNO na Finlândia dado que o termo, significa “lixo”. Também no México a American Airlines teve alguns problemas
por causa do slogan de lançamento das novas cadeiras em cabedal da primeira
classe: ao traduzir “Fly In Leather” para espanhol ficou “Vuela en cuero” que
quer dizer “Viaje nu”.
Também nos números é preciso ter muito
cuidado. O número sete é o número do azar no Quénia e em Singapura e o quatro
significa a morte na Coreia do Sul.
Contudo há sempre excepções à regra. Nos
dias de hoje se juntássemos as palavras coca e cola para representar uma marca
de refrigerantes não seriam a melhor opção contudo, Coca-cola, consegue identificar
uma das marcas mais valiosas no Mundo.
Tuesday, March 19, 2013
Porque parcerias são melhores do que namoros
Não pensem que quero que
deixem de namorar. Longe disso, namorar é bom e faz bem à saúde. Mas deixem os
namoros para a sua vida social, porque em termos profissionais “case-se”, ou
seja, estabeleça parcerias.
Mas o que é uma parceria? Mais do que um namoro, a parceria deve ser
encarada como uma espécie de “casamento” entre empresas de diferentes áreas de
negócio e não concorrentes entre si, onde duas partes diferentes têm interesses
comuns e acreditam que juntos poderão ser e, fazer alguém feliz(es).
A importância da aplicação desta forma de união ou cooperação está na
necessidade crescente de satisfazer os seus clientes, alargar a sua oferta e
pode mesmo ser uma questão de sobrevivência num panorama tão adverso.
O que leva a esta ligação? A tendência recente é para uma atenção cada vez maior para o core
business, ou seja, toda a atenção e todos os recursos disponíveis devem
estar concentrados no que de facto a empresa sabe fazer. Não se deve dispersar
para áreas de negócio onde o know how, a experiência e os meios
disponíveis não representam uma reconhecida mais valia, pois isso só o levará a
uma menor produtividade. As duas formas mais eficazes de continuar a expandir
são através da subcontratação ou através de parcerias.
Para se associar deve poder comprovar que
a soma das partes corresponde a um acréscimo multiplicativo, ou seja, maior
valor acrescentado e de uma forma continuada.
Porquê de um forma continuada? Para além
das sinergias provocadas por uma relação em que as partes já se conhecem, será
também o próprio cliente a identificar e assimilar a parceria como sólida e de sucesso.
Para 2013, ano em que - em muitos casos - se
teve de reduzir orçamentos e investimentos o fenómeno das parcerias urge
oportuna: pode rentabilizar o seu negócio ou mesmo alargá-lo sem grandes
investimentos.
Troque os seus produtos ou serviços com os
de outra empresa, em vez de pagar. Não só beneficiam os parceiros, como
principalmente os seus clientes que ganham novas razões para se fidelizarem aos
seus produtos/serviços.
A
união não só faz a força, como pode criar a diferença e garantir a
sobrevivência de muitas empresas.
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Sunday, March 10, 2013
Campanha Kibon (5*)
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Tuesday, February 19, 2013
Quanto vale a publicidade?
As campanhas
publicitárias, por vezes, são vistas como um investimento desnecessário ou não
prioritário ou mesmo questionável, dado que a quantificação da sua influência
nas vendas não é algo objectivo.
De facto, muitos não
possuem os mecanismos devidos para que se possa responder de uma forma
objectiva e clara sobre os resultados de uma determinada campanha publicitária versus objectivos pretendidos.
Mas quais são esses
objectivos?
Fornecer informações. Em primeira instância, uma acção publicitária pretende dar a conhecer as características do produto, assim como aumentar
os níveis de conhecimento sobre o mesmo. Conteúdo, formas de utilização, onde
adquirir são informações fundamentais.
Aumentar a notoriedade. O nível de conhecimento sobre um
produto faz aumentar significativamente as hipóteses de aquisição. A divulgação
da marca permite que os potenciais consumidores conheçam a sua existência no
mercado, aumentando-lhe a notoriedade, e assim diminuir o esforço de compra. Quanto maior for o conhecimento
sobre uma marca mais fácil se torna tomar uma decisão, perante a panóplia de
produtos concorrentes existentes.
Influenciar na decisão de compra. Este constitui,
certamente, o objectivo máximo da publicidade.
Estes objectivos vêm reforçar o
papel da publicidade, pois por um lado ajudam a empresa na comercialização dos
seus produtos e por outro lado, beneficiam os consumidores no seu dia a dia.
Mas como saber se os objectivos
foram alcançados?
Quando se efectua uma promoção
pretende-se um aumento da notoriedade de um determinado produto e,
principalmente, um aumento das suas vendas num determinado período. Para se
concluir se a promoção foi ou não bem sucedida recorre-se à análise das vendas
e às quotas de mercado, obtendo-se uma resposta quantitativa e imediata.
Numa campanha publicitária como
os propósitos são, normalmente, mais alargados, é necessário recorrer a estudos
qualitativos (estudos de mercado onde se avaliam e comparam níveis de notoriedade,
recordação, preferência, etc) em conjunto com a análise das vendas.
Para ser considerada uma boa
campanha publicitária, esta não terá apenas de ser considerada uma proposta de
inegável criatividade e reconhecida pelo seu público alvo, mas também terá de
ter reflexos nas vendas do produto.
Publicitar os seus produtos
é ainda mais vital nos nossos dias dada a retração do mercado, pois o
consumidor vai comprar o produto que necessita e se não o comprar a si, será
certamente ao seu concorrente.
Thursday, February 14, 2013
Thursday, February 07, 2013
Friday, February 01, 2013
Wednesday, January 30, 2013
I didn`t understand and..
Há já muito tempo que penso registar esta nota mas só ontem voltei a dar de caras com um exemplo do que ainda há a fazer para melhorar o nosso serviço a quem nos visita.
Estava eu a passar num dos túneis quando dou de caras com um painel luminoso a informar " Trabalhos no tunel". Até aqui tudo bem mas logo comecei a imaginar como será que cada um dos nossos quase 1 milhão de turistas estrangeiros iriam ler e interpretar o que lá estava escrito.
A frase "Trabalhos no tunel", que se saiba não é universalmente conhecida e apesar do português ser a 5ª língua mais falada no Mundo, acredito que os cidadãos bem falantes nas outras 4 línguas dificilmente conseguirão interpretar, ainda por cima em muito poucos segundos, esta frase.
Contudo para além da questão da tradução é preciso referir que esta informação é, acima de tudo, vital para a segurança de quem vai a conduzir, por isso, pergunto se não deveria ter a mesma frase mas em inglês, por exemplo???
Será mais caro colocar uma outra frase numa outra língua? Não me parece!
Falo deste exemplo mas existem muito mais exemplos de informação que peca por não estar adequada a quem nos visita.
Com este pequeno passo estaremos a promover melhor o que temos e a promover a segurança de quem nos visita. Estaremos, sem qualquer dúvida, a prestar um melhor serviço a quem nos visita!
Monday, January 28, 2013
Wednesday, January 23, 2013
Monday, January 21, 2013
What???
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Friday, January 18, 2013
From Madeira to____(*)
No actual panorama a palavra globalização deixou
de ser um exclusivo das empresas Multinacionais, e passou a estar ao alcance de
quem pretende apostar na internacionalização.
(*)
Preencha com o nome do País que, depois de bem analisar, concluiu que deve
apostar para continuar a cresce.
Mas porquê internacionalizar? De uma forma geral a
internacionalização surge quando se verifica que foram atingidos os objectivos
no mercado onde estamos sedeados e existe ambição em continuar a crescer, ou
então quando o nosso actual mercado deixou de ser aliciante e compensador.
Existem diversas formas de o fazer, desde o
franchising aos acordos com empresas ou associações nos mercados de destino.
Mas antes de qualquer passo nesse sentido é necessário proceder a uma análise
do mercado que se pretende atingir, com especial atenção para os aspectos
relacionados com questões legais, culturais e sócio/económicas em contra ciclo
com a actual situação que se vive por cá.
E não podemos esquecer o enorme “Mercado da
Saudade”.
Um milhão de emigrantes e seus descendentes são
conhecedores das marcas regionais (ou seja, reduzem a necessidade de
investimento em comunicação para dar a conhecer um produto) e estão, ainda por
cima, propensos a consumir os produtos da sua terra, estando muitas vezes
disposto a pagar um pouco mais para poder “matar as saudades”. embora não se
consiga saber se iriam adquirir com tanta frequência caso estivessem a viver na
Madeira.
Além disto, muitos dos nossos emigrantes são
também empresários nas mais diversas áreas, e como tal poderão ser uma mais valia
no estabelecimento de parcerias comerciais, fundamentais para a introdução de
um produto num mercado estrangeiro.
Os principais mercados de destino dos emigrantes
estão muito bem definidos: Estados Unidos da América, França, Brasil,
Venezuela, Canadá, África do Sul e Reino Unido, entre outros de menor dimensão.
Cabe à capacidade e ambição da gestão das empresas
madeirenses, bem como à associação das entidades privadas e públicas para obter
condições de apoio à internacionalização, proporcionando à economia regional
uma montra de produtos e serviços a comprar lá fora.
Fica o desafio e orgulho em ambicionar ver os
produtos madeirenses, de qualidade reconhecida, espalhados pelo Mundo fora.
Tuesday, January 15, 2013
Be creative!
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sell
Tuesday, January 08, 2013
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