Wednesday, August 08, 2012
Inacreditável!!!
Monday, June 18, 2012
A socialização dos "Likes"
Friday, May 18, 2012
Aposte nas laterais
O Mercado, em geral, mostra dificuldades em garantir vantagens competitivas, capazes de serem traduzidas em oportunidades de negócio e em novos produtos.
Mas para Kotler existe um ferramenta que deve merecer a nossa atenção hoje mais do que nunca, o marketing lateral: “ é um processo de trabalho que, quando aplicado a produtos ou serviços existentes, produz inovações que abrangem necessidades, usos, situações ou públicos - alvo não atingidos actualmente”. É, portanto, um processo que possibilita a criação de novos mercados ou categorias..
O marketing lateral, quando executado eficazmente pode evitar competir em mercados saturados, onde os consumidores se mostrem indiferentes a campanhas publicitárias e se foquem unicamente no preço.
A ideia do marketing lateral é partir de um produto existente para criar algo totalmente novo - por exemplo, os ovos de chocolate da Kinder. Antes era somente um chocolate. Agora conjuga pelo menos duas “necessidades” do seu target - um chocolate e um brinquedo. Os telemóveis, que começaram por oferecer apenas as chamadas, hoje em dia são produtos repletos das mais variadas funcionalidades…tiram fotografias e tratam-nas, possuem GPS e mapas, permitem filmar e visualizar vídeos, entre outras centenas de possibilidades.
Por isso, caso esteja a ter dificuldades em acertar no seu alvo, experimente “apontar para o lado”.
Thursday, May 10, 2012
Well done & not well done!
Friday, April 27, 2012
A segunda vida do Pilar de Banger (Sugestão: dia 6)
Wednesday, April 25, 2012
Vamos lá, até "jaz"!
Monday, April 23, 2012
"No, thank you! Nooo, tks! Nooooo!" (Sugestão: dia 5)
Wednesday, April 18, 2012
Dentes brancos em apenas 10 minutos?

Todos sabemos que o Omo “lava mais branco” e que o shampô Johnson’s “não arde nos olhos”. Mas, por vezes, a vontade de convencer os possíveis compradores vai além do bom senso, senão vejamos: como é possível afirmar que um dado shampô torna os cabelos “quatro vezes mais lisos”? Tornar os cabelos mais lisos é uma coisa, mas garantir que é quatro vezes mais é um preciosismo dispensável...E porque não três vezes?Ou cinco?
Na publicidade há que seguir uma regra simples: usar o bom senso e não apregoar milagres...Mais tarde ou mais cedo o seu cliente acabará por comprovar que eles não existem e deixará de comprar.
Na história de muitas marcas constata-se que a alteração e adaptação de novas estratégias de marketing foram decisivas para a sobrevivência das mesmas... Sabia que os cigarros Marlboro, o símbolo da masculinidade, surgiram, em 1924, com ponteiras vermelhas e brancas especialmente orientado para os fumantes do sexo feminino com objectivo de evitar que o papel toque nos lábios das senhoras?
Como se pode concluir pela actual situação desta marca a estratégia inicialmente adoptada não foi bem sucedida.
O microondas, surgido nos anos 50, passou durante várias décadas por grandes dificuldades porque os consumidores achavam que a radiação poderia torná-los estéreis, por isso os primeiros anos foram um autêntico fracasso de vendas. A empresa deu a volta por cima quando finalmente se apercebeu que deveria evidenciar a característica de utilidade do microondas – “uma forma mais rápida de cozinhar os alimentos”. Alteraram a sua estratégia e hoje o microondas é quase indispensável.
Esteja atento às necessidades do seu cliente e avalie constantemente se a mensagem e o produto que está a oferecer estão de acordo com a satisfação desse mesmo cliente.
Friday, April 13, 2012
Pacata manhã (Sugestão: dia 4)


Tuesday, April 10, 2012
FreeYourMind: O amanhecer da baixa funchalense (Sugestão: dia 3)...
O amanhecer da baixa funchalense (Sugestão: dia 3)
Friday, March 23, 2012
A Pontinha: a porta de entrada marítima (Sugestão: dia 2)
Wednesday, March 21, 2012
A Primavera que chegou aos 40 (Sugestão: dia 1)
Saturday, February 18, 2012
À nossa
O slogan (frase com fim publicitário) funciona como elemento principal e diferenciador ajudando a realçar os atríbutos da marca.
É, normalmente, acompanhado de um logotipo, símbolo que serve de elemento identificador de um produto ou serviço e que, por sua vez identifica uma marca. Como diz Tom Peters a marca deve identificar não somente um “nome” mas preferencialemnte um “verbo”. Por exemplo, a marca Sony para além do nome identifica um estado de espírito, sonhar. Benetton = protestar; Apple = resistir; IBM = resolver; Nike = estimular.
Outros exemplos há em que foi o próprio slogan que ajudou a criar a imagem do produto/marca junto do seu consumidor: “Volvo for life” = fiabilidade e segurança, “Together, we can save a life” (Cruz Vermelha Norte Americana) = Juntos podemos salvar uma vida.
Um slogan deve se adequar ao consumidor e ser alterado de acordo com as mudanças desse target. Mas embora algumas marcas mudem os seus slogans, outras construíram uma ligação tão forte com eles que se tornou impossível separar o produto da frase, como é o caso da Nike.
Para melhor nos apercebermos da importância de um slogan na identificação de uma marca temos, alguns exemplos que facilmente identifica uma marca: “Connecting people”, “Viva o momento” as quais podem servir para acentuar a mensagem que se quer passar e que pode não ser suficiente apenas com uma imagem.
Mas não se esqueça de o registar. Com a importância deste instrumento na consagração de uma marca convém prevenir registando-o.
Wednesday, January 18, 2012
Inspire e..aspire.
Na construção de uma marca deve haver uma preocupação com as associações que a mesma carrega. Elas vão lá estar, mas a questão é saber se você consegue controlá-las de forma a que tragam o significado e a diferenciação que pretende, ou se vai deixar que elas surjam de uma maneira que não agregue à marca o suposto valor.
A identidade da uma marca tem de ser clara e única, e o posicionamento deve focalizar-se nos aspectos da identidade relacionados com a comunicação com os consumidores-alvo, visando a construção de uma imagem aspiracional, condizente com a identidade.
Mas o que é isso de “aspiracional”?
No marketing, uma marca aspiracional é uma marca que grande parte do mercado gostaria de possuir, mas por razões económicas ou de escassez do produto, não o pode fazer. Contudo, mantém-se como um desejo, ou como parte da “wishlist”.
A criação de uma marca/destino aspiracional demora, geralmente, muito tempo e acarreta um grande investimento.
Para que um destino se possa considerar aspiracional tem de manter um alto nível de qualidade e, acima de tudo, deve possuir uma imagem forte e marcante, facilmente identificável como o “objecto de desejo” para o seu mercado.
O destino Madeira e Porto Santo, por não ser um destino de massas e oferecer vivências únicas, tem todos os ingredientes necessários para se tornar aspiracional. No entanto, é necessário que se trabalhe a imagem e o posicionamento do destino. É necessário que se estabeleça uma identidade forte e coerente, e que uma vez estabelecida, seja mantida, cultivada e protegida.
O mercado tem de saber o que este destino representa, e isso tem de ser objecto de desejo do mercado! Porque, afinal de contas, podemos aspirar a sermos aspiracionais!
Wednesday, January 11, 2012
Lugares de Portugal - Toca a votar :)
Sunday, December 18, 2011
Eu tenho um sonho.
Nas últimas semanas, das conversas mantidas com amigos e conhecidos retiro uma vontade e um acreditar que iremos ultrapassar os obstáculos que se avizinham, e que temos de fazer melhor e de forma mais justa. Senti também , e mais importante, um forte sentido de solidariedade. Contaram-me, por exemplo, que numa determinada localidade a carrinha que transportava os idosos das suas casas ao centro de dia avariou, e por falta de verba a mesma está parada, não podendo, assim, proporcionar a estas pessoas um dia mais feliz.
O grande líder Martin Luther King, Jr. tinha um sonho, que era que os seus filhos fossem julgados “pelo carácter e não pela cor”. Hoje em dia e na maior parte dos países civilizados o seu sonho foi concretizado, mas eu também tenho um sonho!
Que todas as crianças tenham o que comer, que tenham acesso à escola, que brinquem e sejam felizes. Que os jovens tenham emprego, casa, acesso à cultura e ao desporto. Que os mais idosos tenham acesso ao sistema de saúde e forma de pagar os seus medicamentos. Que...
Eu tenho esse sonho mas enquanto não conseguir fazer com tudo isso seja possível, acredito que, de alguma forma, posso contribuir para melhorar a vida de alguém. Eu nada percebo de mecânica por isso não consigo arranjar a carrinha, mas decerto conseguirei fazer outra coisa que alguém, em algum lado, precisa que seja feita. A cedência de um bocadinho do nosso tempo, entre todos nós, pode ser mais que suficiente para trazer de novo o sorriso a estes idosos, e aos jovens e às crianças que mais precisam.
Um sentido desejo de um Santo Natal e votos de um novo ano repleto de sorrisos solidários, para todos nós!
Friday, November 25, 2011
Unhate ou hate, eis a questão?!

Friday, November 18, 2011
Risoterapia

Desde sempre, o humor tem estado associado à publicidade como forma de cativar a atenção do consumidor, e é utilizado por inúmeras marcas.
O humor mistura representações contraditórias e emoções dinâmicas. Pode ser de choque entre dois códigos de regras: o de um mundo quotidiano, previsível e seu oposto; de ruptura com padrões vigentes, de quebra com regras estabelecidas. Por outro lado, há a interpretação emocional, que entende o humor como libertação do sentimento de opressão; alívio de tensões e produção de prazer, tendo como resultado o riso.
Isto gera diferença, novidade, transgressão, mudança e, consequentemente, cativa o receptor. Pode-se dizer que se tende a não esquecer uma campanha com humor. Há quem diga, inclusive, que o humor é uma forma de tornar a vida mais leve e agradável.
Assim, e caso não possa investir numa das tais sessões de risoterapia, deixo-vos alguns exemplos, que espero que provoquem algumas gargalhadas:
“Funerária Táxi, Directo para o céu” (Portugal) / “Venha ao café do Zoológico Central Park. Deixe que, por uma vez, sejam os animais a vê-lo comer.” (Central Park Zoo; E.U.A.) / "Não acredito que comi isso tudo!" (Alka-Setzer; E.U.A.) / "Se só tenho uma vida, que a viva como loura!" (Tinta para cabelo Clairol; E.U.A.) / "Nós vendemos mais carros que a Ford, Chrysler, Chevrolet, e a Buick todos juntos." (carrinhos de brinquedo Matchbox; E.U.A.) / "Apenas 1 em cada 25 homens são daltónicos. Os outros apenas se vestem como se fossem.” (Fatos para homem Mohara; E.U.A.) / "Alguns dos nossos melhores homens são mulheres.” (Forças Armadas dos E.U.A.) / “cervejacoral.com tremoços”. (cerveja Coral; Madeira) / “Fale russo fluentemente, em minutos” (Vodka Eristoff; Chile).
Sem dúvida, que rir é o melhor remédio.
Monday, November 07, 2011
O Mercado da Saudade

No actual panorama a palavra globalização deixou de pertencer em exclusivo às empresas multinacionais e passou a estar ao alcance de todas as que pretendem apostar na internacionalização.
Porquê internacionalizar? De uma forma geral, a internacionalização surge quando se verifica que foram atingidos os objectivos no mercado onde estamos sedeados e existe ambição da empresa em continuar a crescer.
Existem diversas formas de o fazer, desde o franchising aos acordos com empresas ou outro tipo de parceria nos mercados de destino. Mas antes de se dar este passo é fundamental proceder-se a uma análise do mercado, dando especial enfoque a factores relacionados com questões legais (como o registo da marca), culturais e sócio/económicas (taxas aduaneiras, custos de transporte, entre outros).
Contudo, se o seu produto for “Made in Portugal”, existe outro factor a ter em conta que pode ser uma mais-valia para crescer além-fronteiras: o mercado da saudade.
Não nos podemos esquecer que Portugal é desde o século XV um país de emigrantes. Se tivermos em conta todos os emigrantes e seus descendentes, significa que estamos a falar de uma mercado internacional estimado em cerca de 5 milhões de consumidores com “saudades” dos produtos da sua terra Natal.
Cinco milhões de emigrantes e seus descendentes representam cerca de 50 por cento do mercado nacional. Portanto, este é um trunfo que as empresas portuguesas devem jogar quando cruzam fronteiras. Os emigrantes conhecem à partida as marcas nacionais, por isso não é preciso investir em comunicação para dar a conhecer um produto que acaba de chegar a um novo mercado. Além disso, os emigrantes estão normalmente predispostos a pagar mais para poderem “matar saudades” dos produtos da sua terra.
Por outro lado, muitos dos portugueses que vivem lá fora são também empresários nas mais diversas áreas, o que pode ser uma mais-valia no estabelecimento de parcerias comerciais fundamentais para a introdução de um produto no mercado estrangeiro.
Os principais mercados de destino dos emigrantes estão muito bem definidos: Estados Unidos da América, França, Brasil, Venezuela, Canadá, África do Sul, e Reino Unido, entre outros de menor dimensão.
Cabe à capacidade e ambição da gestão das empresas portuguesas, bem como à associação de entidades privadas e públicas obter condições de apoio à internacionalização, para que conquistem clientes internacionais com a etiqueta “made in Portugal”.
Na batalha de conquista, a sinergia entre empresas com vista à internacionalização é crucial para incrementar as vendas dos nossos produtos lá fora. Fica o desafio e orgulho em ambicionar ver os produtos portugueses, de qualidade sobejamente reconhecida, espalhados pelo Mundo fora.
in Hipersuper http://www.hipersuper.pt/2006/11/24/O_mercado_da_saudade/ in 2006


