Monday, June 18, 2012
A socialização dos "Likes"
Friday, May 18, 2012
Aposte nas laterais
O Mercado, em geral, mostra dificuldades em garantir vantagens competitivas, capazes de serem traduzidas em oportunidades de negócio e em novos produtos.
Mas para Kotler existe um ferramenta que deve merecer a nossa atenção hoje mais do que nunca, o marketing lateral: “ é um processo de trabalho que, quando aplicado a produtos ou serviços existentes, produz inovações que abrangem necessidades, usos, situações ou públicos - alvo não atingidos actualmente”. É, portanto, um processo que possibilita a criação de novos mercados ou categorias..
O marketing lateral, quando executado eficazmente pode evitar competir em mercados saturados, onde os consumidores se mostrem indiferentes a campanhas publicitárias e se foquem unicamente no preço.
A ideia do marketing lateral é partir de um produto existente para criar algo totalmente novo - por exemplo, os ovos de chocolate da Kinder. Antes era somente um chocolate. Agora conjuga pelo menos duas “necessidades” do seu target - um chocolate e um brinquedo. Os telemóveis, que começaram por oferecer apenas as chamadas, hoje em dia são produtos repletos das mais variadas funcionalidades…tiram fotografias e tratam-nas, possuem GPS e mapas, permitem filmar e visualizar vídeos, entre outras centenas de possibilidades.
Por isso, caso esteja a ter dificuldades em acertar no seu alvo, experimente “apontar para o lado”.
Thursday, May 10, 2012
Well done & not well done!
Friday, April 27, 2012
A segunda vida do Pilar de Banger (Sugestão: dia 6)
Wednesday, April 25, 2012
Vamos lá, até "jaz"!
Monday, April 23, 2012
"No, thank you! Nooo, tks! Nooooo!" (Sugestão: dia 5)
Wednesday, April 18, 2012
Dentes brancos em apenas 10 minutos?

Todos sabemos que o Omo “lava mais branco” e que o shampô Johnson’s “não arde nos olhos”. Mas, por vezes, a vontade de convencer os possíveis compradores vai além do bom senso, senão vejamos: como é possível afirmar que um dado shampô torna os cabelos “quatro vezes mais lisos”? Tornar os cabelos mais lisos é uma coisa, mas garantir que é quatro vezes mais é um preciosismo dispensável...E porque não três vezes?Ou cinco?
Na publicidade há que seguir uma regra simples: usar o bom senso e não apregoar milagres...Mais tarde ou mais cedo o seu cliente acabará por comprovar que eles não existem e deixará de comprar.
Na história de muitas marcas constata-se que a alteração e adaptação de novas estratégias de marketing foram decisivas para a sobrevivência das mesmas... Sabia que os cigarros Marlboro, o símbolo da masculinidade, surgiram, em 1924, com ponteiras vermelhas e brancas especialmente orientado para os fumantes do sexo feminino com objectivo de evitar que o papel toque nos lábios das senhoras?
Como se pode concluir pela actual situação desta marca a estratégia inicialmente adoptada não foi bem sucedida.
O microondas, surgido nos anos 50, passou durante várias décadas por grandes dificuldades porque os consumidores achavam que a radiação poderia torná-los estéreis, por isso os primeiros anos foram um autêntico fracasso de vendas. A empresa deu a volta por cima quando finalmente se apercebeu que deveria evidenciar a característica de utilidade do microondas – “uma forma mais rápida de cozinhar os alimentos”. Alteraram a sua estratégia e hoje o microondas é quase indispensável.
Esteja atento às necessidades do seu cliente e avalie constantemente se a mensagem e o produto que está a oferecer estão de acordo com a satisfação desse mesmo cliente.
Friday, April 13, 2012
Pacata manhã (Sugestão: dia 4)


Tuesday, April 10, 2012
FreeYourMind: O amanhecer da baixa funchalense (Sugestão: dia 3)...
O amanhecer da baixa funchalense (Sugestão: dia 3)
Friday, March 23, 2012
A Pontinha: a porta de entrada marítima (Sugestão: dia 2)
Wednesday, March 21, 2012
A Primavera que chegou aos 40 (Sugestão: dia 1)
Saturday, February 18, 2012
À nossa
O slogan (frase com fim publicitário) funciona como elemento principal e diferenciador ajudando a realçar os atríbutos da marca.
É, normalmente, acompanhado de um logotipo, símbolo que serve de elemento identificador de um produto ou serviço e que, por sua vez identifica uma marca. Como diz Tom Peters a marca deve identificar não somente um “nome” mas preferencialemnte um “verbo”. Por exemplo, a marca Sony para além do nome identifica um estado de espírito, sonhar. Benetton = protestar; Apple = resistir; IBM = resolver; Nike = estimular.
Outros exemplos há em que foi o próprio slogan que ajudou a criar a imagem do produto/marca junto do seu consumidor: “Volvo for life” = fiabilidade e segurança, “Together, we can save a life” (Cruz Vermelha Norte Americana) = Juntos podemos salvar uma vida.
Um slogan deve se adequar ao consumidor e ser alterado de acordo com as mudanças desse target. Mas embora algumas marcas mudem os seus slogans, outras construíram uma ligação tão forte com eles que se tornou impossível separar o produto da frase, como é o caso da Nike.
Para melhor nos apercebermos da importância de um slogan na identificação de uma marca temos, alguns exemplos que facilmente identifica uma marca: “Connecting people”, “Viva o momento” as quais podem servir para acentuar a mensagem que se quer passar e que pode não ser suficiente apenas com uma imagem.
Mas não se esqueça de o registar. Com a importância deste instrumento na consagração de uma marca convém prevenir registando-o.
Wednesday, January 18, 2012
Inspire e..aspire.
Na construção de uma marca deve haver uma preocupação com as associações que a mesma carrega. Elas vão lá estar, mas a questão é saber se você consegue controlá-las de forma a que tragam o significado e a diferenciação que pretende, ou se vai deixar que elas surjam de uma maneira que não agregue à marca o suposto valor.
A identidade da uma marca tem de ser clara e única, e o posicionamento deve focalizar-se nos aspectos da identidade relacionados com a comunicação com os consumidores-alvo, visando a construção de uma imagem aspiracional, condizente com a identidade.
Mas o que é isso de “aspiracional”?
No marketing, uma marca aspiracional é uma marca que grande parte do mercado gostaria de possuir, mas por razões económicas ou de escassez do produto, não o pode fazer. Contudo, mantém-se como um desejo, ou como parte da “wishlist”.
A criação de uma marca/destino aspiracional demora, geralmente, muito tempo e acarreta um grande investimento.
Para que um destino se possa considerar aspiracional tem de manter um alto nível de qualidade e, acima de tudo, deve possuir uma imagem forte e marcante, facilmente identificável como o “objecto de desejo” para o seu mercado.
O destino Madeira e Porto Santo, por não ser um destino de massas e oferecer vivências únicas, tem todos os ingredientes necessários para se tornar aspiracional. No entanto, é necessário que se trabalhe a imagem e o posicionamento do destino. É necessário que se estabeleça uma identidade forte e coerente, e que uma vez estabelecida, seja mantida, cultivada e protegida.
O mercado tem de saber o que este destino representa, e isso tem de ser objecto de desejo do mercado! Porque, afinal de contas, podemos aspirar a sermos aspiracionais!
Wednesday, January 11, 2012
Lugares de Portugal - Toca a votar :)
Sunday, December 18, 2011
Eu tenho um sonho.
Nas últimas semanas, das conversas mantidas com amigos e conhecidos retiro uma vontade e um acreditar que iremos ultrapassar os obstáculos que se avizinham, e que temos de fazer melhor e de forma mais justa. Senti também , e mais importante, um forte sentido de solidariedade. Contaram-me, por exemplo, que numa determinada localidade a carrinha que transportava os idosos das suas casas ao centro de dia avariou, e por falta de verba a mesma está parada, não podendo, assim, proporcionar a estas pessoas um dia mais feliz.
O grande líder Martin Luther King, Jr. tinha um sonho, que era que os seus filhos fossem julgados “pelo carácter e não pela cor”. Hoje em dia e na maior parte dos países civilizados o seu sonho foi concretizado, mas eu também tenho um sonho!
Que todas as crianças tenham o que comer, que tenham acesso à escola, que brinquem e sejam felizes. Que os jovens tenham emprego, casa, acesso à cultura e ao desporto. Que os mais idosos tenham acesso ao sistema de saúde e forma de pagar os seus medicamentos. Que...
Eu tenho esse sonho mas enquanto não conseguir fazer com tudo isso seja possível, acredito que, de alguma forma, posso contribuir para melhorar a vida de alguém. Eu nada percebo de mecânica por isso não consigo arranjar a carrinha, mas decerto conseguirei fazer outra coisa que alguém, em algum lado, precisa que seja feita. A cedência de um bocadinho do nosso tempo, entre todos nós, pode ser mais que suficiente para trazer de novo o sorriso a estes idosos, e aos jovens e às crianças que mais precisam.
Um sentido desejo de um Santo Natal e votos de um novo ano repleto de sorrisos solidários, para todos nós!
Friday, November 25, 2011
Unhate ou hate, eis a questão?!

Friday, November 18, 2011
Risoterapia

Desde sempre, o humor tem estado associado à publicidade como forma de cativar a atenção do consumidor, e é utilizado por inúmeras marcas.
O humor mistura representações contraditórias e emoções dinâmicas. Pode ser de choque entre dois códigos de regras: o de um mundo quotidiano, previsível e seu oposto; de ruptura com padrões vigentes, de quebra com regras estabelecidas. Por outro lado, há a interpretação emocional, que entende o humor como libertação do sentimento de opressão; alívio de tensões e produção de prazer, tendo como resultado o riso.
Isto gera diferença, novidade, transgressão, mudança e, consequentemente, cativa o receptor. Pode-se dizer que se tende a não esquecer uma campanha com humor. Há quem diga, inclusive, que o humor é uma forma de tornar a vida mais leve e agradável.
Assim, e caso não possa investir numa das tais sessões de risoterapia, deixo-vos alguns exemplos, que espero que provoquem algumas gargalhadas:
“Funerária Táxi, Directo para o céu” (Portugal) / “Venha ao café do Zoológico Central Park. Deixe que, por uma vez, sejam os animais a vê-lo comer.” (Central Park Zoo; E.U.A.) / "Não acredito que comi isso tudo!" (Alka-Setzer; E.U.A.) / "Se só tenho uma vida, que a viva como loura!" (Tinta para cabelo Clairol; E.U.A.) / "Nós vendemos mais carros que a Ford, Chrysler, Chevrolet, e a Buick todos juntos." (carrinhos de brinquedo Matchbox; E.U.A.) / "Apenas 1 em cada 25 homens são daltónicos. Os outros apenas se vestem como se fossem.” (Fatos para homem Mohara; E.U.A.) / "Alguns dos nossos melhores homens são mulheres.” (Forças Armadas dos E.U.A.) / “cervejacoral.com tremoços”. (cerveja Coral; Madeira) / “Fale russo fluentemente, em minutos” (Vodka Eristoff; Chile).
Sem dúvida, que rir é o melhor remédio.
Monday, November 07, 2011
O Mercado da Saudade

No actual panorama a palavra globalização deixou de pertencer em exclusivo às empresas multinacionais e passou a estar ao alcance de todas as que pretendem apostar na internacionalização.
Porquê internacionalizar? De uma forma geral, a internacionalização surge quando se verifica que foram atingidos os objectivos no mercado onde estamos sedeados e existe ambição da empresa em continuar a crescer.
Existem diversas formas de o fazer, desde o franchising aos acordos com empresas ou outro tipo de parceria nos mercados de destino. Mas antes de se dar este passo é fundamental proceder-se a uma análise do mercado, dando especial enfoque a factores relacionados com questões legais (como o registo da marca), culturais e sócio/económicas (taxas aduaneiras, custos de transporte, entre outros).
Contudo, se o seu produto for “Made in Portugal”, existe outro factor a ter em conta que pode ser uma mais-valia para crescer além-fronteiras: o mercado da saudade.
Não nos podemos esquecer que Portugal é desde o século XV um país de emigrantes. Se tivermos em conta todos os emigrantes e seus descendentes, significa que estamos a falar de uma mercado internacional estimado em cerca de 5 milhões de consumidores com “saudades” dos produtos da sua terra Natal.
Cinco milhões de emigrantes e seus descendentes representam cerca de 50 por cento do mercado nacional. Portanto, este é um trunfo que as empresas portuguesas devem jogar quando cruzam fronteiras. Os emigrantes conhecem à partida as marcas nacionais, por isso não é preciso investir em comunicação para dar a conhecer um produto que acaba de chegar a um novo mercado. Além disso, os emigrantes estão normalmente predispostos a pagar mais para poderem “matar saudades” dos produtos da sua terra.
Por outro lado, muitos dos portugueses que vivem lá fora são também empresários nas mais diversas áreas, o que pode ser uma mais-valia no estabelecimento de parcerias comerciais fundamentais para a introdução de um produto no mercado estrangeiro.
Os principais mercados de destino dos emigrantes estão muito bem definidos: Estados Unidos da América, França, Brasil, Venezuela, Canadá, África do Sul, e Reino Unido, entre outros de menor dimensão.
Cabe à capacidade e ambição da gestão das empresas portuguesas, bem como à associação de entidades privadas e públicas obter condições de apoio à internacionalização, para que conquistem clientes internacionais com a etiqueta “made in Portugal”.
Na batalha de conquista, a sinergia entre empresas com vista à internacionalização é crucial para incrementar as vendas dos nossos produtos lá fora. Fica o desafio e orgulho em ambicionar ver os produtos portugueses, de qualidade sobejamente reconhecida, espalhados pelo Mundo fora.
in Hipersuper http://www.hipersuper.pt/2006/11/24/O_mercado_da_saudade/ in 2006
Tuesday, October 18, 2011
Sorria, não é pecado.
Estando eu à espera na fila para a caixa de um supermercado, aproveitava para ir divagando sobre o próximo livro que iria aprofundar (que embora editado em 2004 continua muito actual), “Os 10 pecados mortais do Marketing” de Phillip Kotler, quando de repente sou “acordado” e regresso à realidade, por um audível “Muito bom dia!” da menina da caixa, acompanhado por um grande e convicto sorriso. Bem, nesse mesmo momento “aquele” sorriso fez-me esquecer os minutos de espera e a pressa que tinha, e fez-me sorrir também, pensando para mim mesmo: “Que bom ver gente feliz a trabalhar e que contagia agradavelmente qualquer cliente.”
Mas que relação terá esta história com os 10 pecados mortais? Tudo ou quase tudo, com certeza! Sorrir, quando se tem pela frente um cliente, um turista, um outro interlocutor é a garantia que estará a se relacionar devidamente com a pessoa. Está a reforçar a criação de uma marca forte. Sim, porque o principal activo das empresas são as pessoas, e por outro lado as empresas não existirão sem clientes/pessoas. A sua marca/empresa ficará associada a pessoas simpáticas, de confiança e alegres, porque um sorriso é contagiante, mesmo que seja ao telefone.
Não custa nada, mas pode fazer a diferença. Além disso, sorrir faz bem à saúde pois liberta a endorfina responsável pela sensação de bem estar e o movimento muscular equivale a queimar 50 calorias (menos despesas com saúde e menos despesas em ginásios), por isso é só vantagens.
Não há ninguém que fique indeferente a um sorriso!


