Tuesday, April 10, 2012
O amanhecer da baixa funchalense (Sugestão: dia 3)
Friday, March 23, 2012
A Pontinha: a porta de entrada marítima (Sugestão: dia 2)
Wednesday, March 21, 2012
A Primavera que chegou aos 40 (Sugestão: dia 1)
Saturday, February 18, 2012
À nossa
O slogan (frase com fim publicitário) funciona como elemento principal e diferenciador ajudando a realçar os atríbutos da marca.
É, normalmente, acompanhado de um logotipo, símbolo que serve de elemento identificador de um produto ou serviço e que, por sua vez identifica uma marca. Como diz Tom Peters a marca deve identificar não somente um “nome” mas preferencialemnte um “verbo”. Por exemplo, a marca Sony para além do nome identifica um estado de espírito, sonhar. Benetton = protestar; Apple = resistir; IBM = resolver; Nike = estimular.
Outros exemplos há em que foi o próprio slogan que ajudou a criar a imagem do produto/marca junto do seu consumidor: “Volvo for life” = fiabilidade e segurança, “Together, we can save a life” (Cruz Vermelha Norte Americana) = Juntos podemos salvar uma vida.
Um slogan deve se adequar ao consumidor e ser alterado de acordo com as mudanças desse target. Mas embora algumas marcas mudem os seus slogans, outras construíram uma ligação tão forte com eles que se tornou impossível separar o produto da frase, como é o caso da Nike.
Para melhor nos apercebermos da importância de um slogan na identificação de uma marca temos, alguns exemplos que facilmente identifica uma marca: “Connecting people”, “Viva o momento” as quais podem servir para acentuar a mensagem que se quer passar e que pode não ser suficiente apenas com uma imagem.
Mas não se esqueça de o registar. Com a importância deste instrumento na consagração de uma marca convém prevenir registando-o.
Wednesday, January 18, 2012
Inspire e..aspire.
Na construção de uma marca deve haver uma preocupação com as associações que a mesma carrega. Elas vão lá estar, mas a questão é saber se você consegue controlá-las de forma a que tragam o significado e a diferenciação que pretende, ou se vai deixar que elas surjam de uma maneira que não agregue à marca o suposto valor.
A identidade da uma marca tem de ser clara e única, e o posicionamento deve focalizar-se nos aspectos da identidade relacionados com a comunicação com os consumidores-alvo, visando a construção de uma imagem aspiracional, condizente com a identidade.
Mas o que é isso de “aspiracional”?
No marketing, uma marca aspiracional é uma marca que grande parte do mercado gostaria de possuir, mas por razões económicas ou de escassez do produto, não o pode fazer. Contudo, mantém-se como um desejo, ou como parte da “wishlist”.
A criação de uma marca/destino aspiracional demora, geralmente, muito tempo e acarreta um grande investimento.
Para que um destino se possa considerar aspiracional tem de manter um alto nível de qualidade e, acima de tudo, deve possuir uma imagem forte e marcante, facilmente identificável como o “objecto de desejo” para o seu mercado.
O destino Madeira e Porto Santo, por não ser um destino de massas e oferecer vivências únicas, tem todos os ingredientes necessários para se tornar aspiracional. No entanto, é necessário que se trabalhe a imagem e o posicionamento do destino. É necessário que se estabeleça uma identidade forte e coerente, e que uma vez estabelecida, seja mantida, cultivada e protegida.
O mercado tem de saber o que este destino representa, e isso tem de ser objecto de desejo do mercado! Porque, afinal de contas, podemos aspirar a sermos aspiracionais!
Wednesday, January 11, 2012
Lugares de Portugal - Toca a votar :)
Sunday, December 18, 2011
Eu tenho um sonho.
Nas últimas semanas, das conversas mantidas com amigos e conhecidos retiro uma vontade e um acreditar que iremos ultrapassar os obstáculos que se avizinham, e que temos de fazer melhor e de forma mais justa. Senti também , e mais importante, um forte sentido de solidariedade. Contaram-me, por exemplo, que numa determinada localidade a carrinha que transportava os idosos das suas casas ao centro de dia avariou, e por falta de verba a mesma está parada, não podendo, assim, proporcionar a estas pessoas um dia mais feliz.
O grande líder Martin Luther King, Jr. tinha um sonho, que era que os seus filhos fossem julgados “pelo carácter e não pela cor”. Hoje em dia e na maior parte dos países civilizados o seu sonho foi concretizado, mas eu também tenho um sonho!
Que todas as crianças tenham o que comer, que tenham acesso à escola, que brinquem e sejam felizes. Que os jovens tenham emprego, casa, acesso à cultura e ao desporto. Que os mais idosos tenham acesso ao sistema de saúde e forma de pagar os seus medicamentos. Que...
Eu tenho esse sonho mas enquanto não conseguir fazer com tudo isso seja possível, acredito que, de alguma forma, posso contribuir para melhorar a vida de alguém. Eu nada percebo de mecânica por isso não consigo arranjar a carrinha, mas decerto conseguirei fazer outra coisa que alguém, em algum lado, precisa que seja feita. A cedência de um bocadinho do nosso tempo, entre todos nós, pode ser mais que suficiente para trazer de novo o sorriso a estes idosos, e aos jovens e às crianças que mais precisam.
Um sentido desejo de um Santo Natal e votos de um novo ano repleto de sorrisos solidários, para todos nós!
Friday, November 25, 2011
Unhate ou hate, eis a questão?!

Friday, November 18, 2011
Risoterapia

Desde sempre, o humor tem estado associado à publicidade como forma de cativar a atenção do consumidor, e é utilizado por inúmeras marcas.
O humor mistura representações contraditórias e emoções dinâmicas. Pode ser de choque entre dois códigos de regras: o de um mundo quotidiano, previsível e seu oposto; de ruptura com padrões vigentes, de quebra com regras estabelecidas. Por outro lado, há a interpretação emocional, que entende o humor como libertação do sentimento de opressão; alívio de tensões e produção de prazer, tendo como resultado o riso.
Isto gera diferença, novidade, transgressão, mudança e, consequentemente, cativa o receptor. Pode-se dizer que se tende a não esquecer uma campanha com humor. Há quem diga, inclusive, que o humor é uma forma de tornar a vida mais leve e agradável.
Assim, e caso não possa investir numa das tais sessões de risoterapia, deixo-vos alguns exemplos, que espero que provoquem algumas gargalhadas:
“Funerária Táxi, Directo para o céu” (Portugal) / “Venha ao café do Zoológico Central Park. Deixe que, por uma vez, sejam os animais a vê-lo comer.” (Central Park Zoo; E.U.A.) / "Não acredito que comi isso tudo!" (Alka-Setzer; E.U.A.) / "Se só tenho uma vida, que a viva como loura!" (Tinta para cabelo Clairol; E.U.A.) / "Nós vendemos mais carros que a Ford, Chrysler, Chevrolet, e a Buick todos juntos." (carrinhos de brinquedo Matchbox; E.U.A.) / "Apenas 1 em cada 25 homens são daltónicos. Os outros apenas se vestem como se fossem.” (Fatos para homem Mohara; E.U.A.) / "Alguns dos nossos melhores homens são mulheres.” (Forças Armadas dos E.U.A.) / “cervejacoral.com tremoços”. (cerveja Coral; Madeira) / “Fale russo fluentemente, em minutos” (Vodka Eristoff; Chile).
Sem dúvida, que rir é o melhor remédio.
Monday, November 07, 2011
O Mercado da Saudade

No actual panorama a palavra globalização deixou de pertencer em exclusivo às empresas multinacionais e passou a estar ao alcance de todas as que pretendem apostar na internacionalização.
Porquê internacionalizar? De uma forma geral, a internacionalização surge quando se verifica que foram atingidos os objectivos no mercado onde estamos sedeados e existe ambição da empresa em continuar a crescer.
Existem diversas formas de o fazer, desde o franchising aos acordos com empresas ou outro tipo de parceria nos mercados de destino. Mas antes de se dar este passo é fundamental proceder-se a uma análise do mercado, dando especial enfoque a factores relacionados com questões legais (como o registo da marca), culturais e sócio/económicas (taxas aduaneiras, custos de transporte, entre outros).
Contudo, se o seu produto for “Made in Portugal”, existe outro factor a ter em conta que pode ser uma mais-valia para crescer além-fronteiras: o mercado da saudade.
Não nos podemos esquecer que Portugal é desde o século XV um país de emigrantes. Se tivermos em conta todos os emigrantes e seus descendentes, significa que estamos a falar de uma mercado internacional estimado em cerca de 5 milhões de consumidores com “saudades” dos produtos da sua terra Natal.
Cinco milhões de emigrantes e seus descendentes representam cerca de 50 por cento do mercado nacional. Portanto, este é um trunfo que as empresas portuguesas devem jogar quando cruzam fronteiras. Os emigrantes conhecem à partida as marcas nacionais, por isso não é preciso investir em comunicação para dar a conhecer um produto que acaba de chegar a um novo mercado. Além disso, os emigrantes estão normalmente predispostos a pagar mais para poderem “matar saudades” dos produtos da sua terra.
Por outro lado, muitos dos portugueses que vivem lá fora são também empresários nas mais diversas áreas, o que pode ser uma mais-valia no estabelecimento de parcerias comerciais fundamentais para a introdução de um produto no mercado estrangeiro.
Os principais mercados de destino dos emigrantes estão muito bem definidos: Estados Unidos da América, França, Brasil, Venezuela, Canadá, África do Sul, e Reino Unido, entre outros de menor dimensão.
Cabe à capacidade e ambição da gestão das empresas portuguesas, bem como à associação de entidades privadas e públicas obter condições de apoio à internacionalização, para que conquistem clientes internacionais com a etiqueta “made in Portugal”.
Na batalha de conquista, a sinergia entre empresas com vista à internacionalização é crucial para incrementar as vendas dos nossos produtos lá fora. Fica o desafio e orgulho em ambicionar ver os produtos portugueses, de qualidade sobejamente reconhecida, espalhados pelo Mundo fora.
in Hipersuper http://www.hipersuper.pt/2006/11/24/O_mercado_da_saudade/ in 2006
Tuesday, October 18, 2011
Sorria, não é pecado.
Estando eu à espera na fila para a caixa de um supermercado, aproveitava para ir divagando sobre o próximo livro que iria aprofundar (que embora editado em 2004 continua muito actual), “Os 10 pecados mortais do Marketing” de Phillip Kotler, quando de repente sou “acordado” e regresso à realidade, por um audível “Muito bom dia!” da menina da caixa, acompanhado por um grande e convicto sorriso. Bem, nesse mesmo momento “aquele” sorriso fez-me esquecer os minutos de espera e a pressa que tinha, e fez-me sorrir também, pensando para mim mesmo: “Que bom ver gente feliz a trabalhar e que contagia agradavelmente qualquer cliente.”
Mas que relação terá esta história com os 10 pecados mortais? Tudo ou quase tudo, com certeza! Sorrir, quando se tem pela frente um cliente, um turista, um outro interlocutor é a garantia que estará a se relacionar devidamente com a pessoa. Está a reforçar a criação de uma marca forte. Sim, porque o principal activo das empresas são as pessoas, e por outro lado as empresas não existirão sem clientes/pessoas. A sua marca/empresa ficará associada a pessoas simpáticas, de confiança e alegres, porque um sorriso é contagiante, mesmo que seja ao telefone.
Não custa nada, mas pode fazer a diferença. Além disso, sorrir faz bem à saúde pois liberta a endorfina responsável pela sensação de bem estar e o movimento muscular equivale a queimar 50 calorias (menos despesas com saúde e menos despesas em ginásios), por isso é só vantagens.
Não há ninguém que fique indeferente a um sorriso!
Tuesday, September 06, 2011
Thursday, August 18, 2011
Um Ecodestino de luxo
Num estudo desenvolvido pela Havas em 2008, foi referido que “um produto de melhor qualidade” significa, para os consumidores, um compromisso para com o bom desenvolvimento do planeta e das pessoas.
A comparação entre um bem de luxo e um destino de luxo parece-me ser um bom exercício de reflexão para se fazer. Não sei se a Madeira será ou não um destino de luxo (para mim é pelo menos um luxo viver neste destino), mas podemos e devemos olhar para algumas características inerentes aos bens de luxo, para além do dado mais comum, que é o facto de não ser um bem para massas; e isso sem dúvida que nunca seremos.
O sector dos bens de luxo viveu, até há pouco tempo, à margem das novas tecnologias incluindo a internet. Mas os tempos mudaram e projectos de sucesso, tal como, o Net à porter fizerem inverter os hos , gos verter os hal como o N de sucesso tal como o net rnet. mas nto ábitos. O site “ The art of a trench “, pela Burberry é um bom exemplo desta mudança. Ou seja, o suporte nas novas tecnologias para promover uma marca/destino é fundamental, desde que o seja de forma diferenciada e eficiente.
O consumidor deste tipo de bens está, segundo os especialistas, interessado em saber qual o impacto que o bem tem ao nível da saúde, como são os caso dos produtos alimentares ou cosméticos, bem como ao nível da protecção do meio ambiente, sendo os que respeitam estes valores, considerados os melhores produtos. Um micro destino que promove a natureza, como é o caso da Madeira, tem de praticar a aplicação desses valores que promove. Não é necessário limitar o número de visitantes como em Fernando Noronha, pelo menos para já, mas é necessário que se aplique medidas rígidas que garantam a sustentabilidade do nosso destino.
Muito embora não seja ainda um destes ecodestinos, a Madeira tem todas as potencialidades para lá chegar, no entanto, há que começar a implementar métodos rígidos que permitam controlar o impacto das acções e intervenções humanas, e ao mesmo tempo potenciar e dinamizar os pontos fortes de um destino deste tipo.
Monday, July 18, 2011
Tryvertising está ON
Eu nunca estive no hotel Fairmont na Florida mas tenho certeza que gostaria de lá ficar. Porquê? Porque a Porsche dos Estados Unidos permite, a convidados seleccionados, usar os seus carros com quilometragem ilimitada durante a sua estada. Assim o cliente acaba por experimentar o produto antes de comprar. O conceito é chamado de tryvertising.
É prática cada vez mais comum envolver empresas, dando produtos de oferta para hotéis, companhias aéreas ou cruzeiros, de modo que os convidados possam testá-los. É uma situação em que todos ganham: os hotéis/companhias aéreas/cruzeiros reduzem despesas e custos; os fabricantes cativam o mercado e os consumidores ficam satisfeitos.
O tryvertising procura formas de familiarizar o consumidor com as novidades do mercado através da sua utilização, integrando os novos produtos/serviços no seu dia-a-dia de forma estimulante e diferenciada. É uma maneira de levar o consumidor a experimentar sem se sentir pressionado.
É uma mistura de "experimentar" e de "publicidade" mas, sobretudo, é aproveitar a primazia da importância da experimentação sobre a mensagem.
A Sony tem cada quarto dos hotéis Brighton's Pelirocco, equipado com uma PlayStation. A Brand Connections, que cria estas ofertas, explica aos clientes: "O seu público-alvo é saudado com o produto logo no primeiro dia de férias, fora do seu ambiente natural, num ambiente relaxado e sem pressas, e terá sete dias para experimentar, sem pressões, o seu produto, formando gradualmente uma opinião e criando uma habituação com a sua marca.”
O grupo hoteleiro Porto Bay criou com sucesso o ON que proporciona aos seus clientes, e não só, a possibilidade de viver experiências únicas com as mais diversas formas de cultura made in Madeira.
Monday, June 20, 2011
Semilha frita, sff.
Esse momento fez-me despertar para a importância e oportunidade que todos nós consumidores, clientes ou simplesmente cidadãos, madeirenses, portossanteses ou residentes no arquipélago, devermos olhar com mais atenção para o que é feito por cá.
Apesar de sempre ter defendido o consumo dos produtos madeirenses e portossanteses julgo que é altura de o fazer com ainda mais convicção.
Não sou contudo apologista de, só pelo facto de ser regional, que devemos comprar ou experimentar qualquer produto que nos apareça pela frente. Não. Devem ser sempre garantidas todas as normas de qualidade e higiene, e as condições comerciais devem ser competitivas.
Estes produtos e serviços vão desde os bens de consumo de primeira necessidade, como os legumes, a carne ou peixe, até serviços de bem estar como seja a hotelaria - Faça férias cá dentro - entre muitos outros.
Com o consumo dos produtos/serviços regionais está ajudar a dinamizar a economia local, a contribuir para a manutenção do emprego, e ainda se torna mais amigo do ambiente, pois quanto mais distante é o local de origem do produto, mais combustível consome até chegar às suas mãos, e consequentemente maior o nível de poluição produzida.
O que é nosso é bom!
Wednesday, May 18, 2011
CRM
Com a actual atmosfera económica de maior contenção, racionalização dos custos, competição pelos melhores clientes e sua fidelização obriga a alterações na visão e actuação das empresas. O denominador comum deve ser a orientação para o cliente.
O relacionamento com os clientes assume hoje ainda maior destaque. A adaptação da estrutura das empresas e modelos de gestão na orientação para o cliente é cada vez mais condição essencial para o sucesso do negócio.
O conhecido CRM (Customer Relationship Management) ou gestão do relacionamento com o cliente pode marcar a diferença.
O CRM para além de um conceito estratégico perfeitamente identificado como vital para o negócio, inclui também, um conjunto de aplicações e serviços ligados a metodologias centradas no cliente e através de aplicações informáticas podem-se mais facilmente sustentar a gestão do ciclo de vida de um cliente.
É necessário valorizar cada cliente. Trata-se de um processo de variedades interactivas que também visa responder à variedade de novos segmentos de mercado/clientes com ofertas diferenciadas. Tudo isto deverá ser suportado por sistemas de informação parametrizados e implementados de forma a permitir que a organização conheça as diversas interacções que com ela estabelecem os seus clientes, não apenas numa perspectiva comercial mas também relacional.
No entanto, também é inevitável olhar para dentro da sua empresa e programá-la por forma a focar o seu activo humano na satisfação das necessidades dos seus clientes. Por isso, a importância de fazer com que os seus colaboradores embebam esta forma de estar é também vital para o sucesso deste processo.
“What helps people, helps business.”, por Leo Burnett, assim já escrevia este reconhecido estratega em marketing.
Monday, April 18, 2011
Turista acidental
A definição de turista pela Organização Mundial do Turismo diz que este é um visitante que se desloca voluntariamente por período de tempo igual ou superior a vinte e quarto horas para local diferente da sua residência e do seu trabalho sem, este ter por motivação, a obtenção de lucro.
Quer isto dizer que o turista não é só quem vem de fora. Os residentes na Madeira e Porto Santo são uma fatia muito importante e fundamental no sector do turismo. Estão por cá quase todo o ano, sendo por isso o nicho de Mercado que poderá atingir as maiores taxas de repetição.
O nível de qualidade do nosso serviço/produto deve ser sempre o melhor para o nosso cliente seja ele de fora ou de cá de dentro. Apesar de terem características diferentes, os residentes são também potenciais turistas/clientes do sector.
Somos conhecidos por bem receber e prestar um bom serviço por isso temos de o fazer também para quem cá está o ano todo. Nestas alturas de alguma contensão esta regra poderá ser uma grande ajuda.
A restauração, a hotelaria, os serviços de animação, culturais e todos os outros ligados ao Turismo que criem sinergias, inovem e cativem os turistas de cá de uma forma pensada e não acidental, pois somos cerca ¼ de milhão de potenciais prescritores e “repetidores”.
Thursday, April 07, 2011
Wednesday, April 06, 2011
YouTube Good Work
Friday, March 18, 2011
Madeira breaks
A moda dos chamados “city breaks” veio para ficar. As breves visitas a cidades que oferecem outras experiencias para além do sol e praia, como sejam de cultura, saúde e lazer, são cada vez mais procuradas, especialmente por turistas mais jovens. São os exemplos das cidades de Palma de Maiorca, Tenerife ou Barcelona, só para mencionar algumas das mais próximas.






