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Friday, November 20, 2015

O céu é o limite

Na última edição da revista Up da TAP saiu um artigo bastante interessante sobre uma forma de publicidade que, contudo, não passa, logo à partida, pelo uso dos meios de publicidade, actualmente, mais usuais.

Escrever sobre um meio de publicidade com cerca de 100 anos, em plena era digital, pode parecer um tema ultrapassado mas acredito que o skywriting não há-de deixar ninguém indiferente.

Imagine-se a passear na rua num dia de céu, quase, limpo e, quando dá por si, em vez de nuvens percebe que o que aparece no céu é uma palavra ou uma frase ou um logótipo relacionado com uma determinada marca.

Ficará indiferente? Não irá querer fotografar e partilhar? Não irá, contar a mais alguém? Não irá guardar na sua memória? Pois, claro, que sim! Imagine a repercussão que esta forma de publicitar terá na localidade onde foi lançado. Imagine uma cidade de olhos postos no céu.

Esta forma de publicidade aérea, feita através de um gerador de fumo expelido por uma avioneta,  apesar de ser muito limitada (quer pelas condições climatéricas quer pelo próprio formato e duração) e não ser efémero, tenho a certeza que ninguém jamais esquecerá do que ver, desenhado no céu.

É uma forma simples e há muito tempo usado, em outros países, como é o caso dos Estados Unidos da América, para chegar a massas, mas acima de tudo, é um excelente meio para tornar memorável uma qualquer mensagem.

Thursday, June 20, 2013

Novo produto ou produto novo?


A dinâmica dos mercados, como seja a sua volatilidade e/ou a necessidade de preservar o mercado de actuação ou até mesmo a ambição de alargar os seus mercados, faz com que as empresas devam estar em constante procura de novos meios para superar os desafios que todos os dias tem de encarar
Uma das formas é através do lançamento de um novo produto ou até mesmo reanalisar o produto que já tenham e, reinventá-lo, se assim se concluir ser necessário.
Mas porquê o lançamento de um novo produto? Porque apostar na introdução de um produto que à partida e, numa primeira fase, terá um volume de vendas reduzido?
Por diversos motivos. Desde o assegurar da sobrevivência - e o próprio crescimento - das empresas, passando pela necessidade de se substituírem produtos que atingiram a sua fase final no ciclo de vida, ou de produtos menos bem-sucedidos, ou ainda quando se determinam oportunidades através de novos nichos de mercado até então inexplorados. Mas atenção, apenas uma pequena percentagem de novos produtos é bem-sucedida.
Ou porque reanalisar o seu produto e adaptá-lo às novas realidades?
O acompanhar das tendências de mercado é vital e deve ser constante. O que foi concebido no passado, mesmo que tenha sido há pouco tempo, deve ser constantemente acompanhado para se perceber se o mesmo continua a satisfazer as necessidades para o qual foi criado ou se necessita de reajustes às novas tendências.

Em qualquer uma das situações, para minimizar riscos urge a necessidade de recolher o máximo de informação disponível sobre o mercado onde pretendemos intervir ou onde já actuamos (dimensão, pontos fortes e fracos, etc) e sobre os players já existentes. Podemos ter acesso a essa informação, quer através dos próprios clientes , quer com base em informação disponível  nos centros de Estatísticas quer através da área comercial da empresa, para além das próprias áreas de investigação e desenvolvimento.
Uma vez recolhida a informação, é necessário confrontar as principais conclusões que foram seleccionadas com a estratégia e capacidade da própria empresa (ou seja, perceber se a empresa está preparada quer em termos de estrutura quer em termos de modo de actuação) ao mesmo tempo que se deve tentar determinar a receptividade do mercado.
Em resumo: informação do mercado, benchmarking, teste, aplicabilidade/oportunidade e apresentação/imagem são as palavras-chave no trabalho a desenvolvimento de um novo produto. Defina objectivos e adeque a sua estrutura à nova realidade.
A facilidade e rapidez com que as empresas se irão adaptar às novas tendências, é um dos principais factores críticos para o sucesso das mesmas.