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Wednesday, June 18, 2014

Acreditem!

O título escolhido para este artigo que agora partilho já estava pensado há algum tempo, mas passou a ser mais oportuno devido à participação da nossa seleção de futebol no Mundial do Brasil.

Embora eu acredite na nossa equipa e em que alcançarão um bom resultado, a motivação para a escolha deste título advém de um convite para partilhar as minhas experiências recentes na área do empreendedorismo, junto de jovens estudantes universitários.

Além de mim próprio, foram convidados outros dois mentores de projetos de sucesso reconhecido no nosso arquipélago, e de quem sou admirador: a Lígia Gonçalves da Walkme Mobile Solutions e o designer (entre outras mil e uma facetas J) Bruno Monteiro da Brunoatwork.

Aceitei sem pestanejar, não somente por educação para com a Prof.ª Susana Gonzaga – que teve a gentileza de me incluir - mas acima de tudo porque julgo ser muito importante, por parte de quem já trava a batalha no Mundo real, poder passar o seu testemunho a quem se apresta a deixar a vida de estudante para iniciar a vida profissional. Ainda para mais quando, atualmente, muita da informação que se cruza no nosso dia-a-dia é negativa e sem esperança.


Não quero nem quis passar uma imagem de afinal é fácil, nada disso! Afinal os desafios na conquista de um trabalho dependente ou na criação do seu próprio projeto são muitos, ou mesmo mais que muitos! São variados, muitas vezes imprevisíveis e inconstantes! Pois é!

Mas acredito que estes desafios serão bem mais ultrapassados por quem acredita em si e no que quer fazer! Quem acredita mesmo nas suas capacidades, quem acredita no seu projeto, será alguém que irá vestir a “camisola” e que terá uma motivação extra para enfrentar os desafios.

Só assim marcaremos a diferença! Sejam criativos, sejam únicos, sejam ambiciosos, sejam audazes e acreditem em vocês porque cada um de Vós é capaz de marcar a diferença neste Mundo e ser bem sucedido!


Eu acredito!

Sunday, July 21, 2013

O que marca é a Marca

O branding (processo de activação de uma marca) sempre foi aplicado a produtos de consumo, mas a partir dos anos 90 passou também a ser adoptado pelos destinos. A necessidade de se criar uma marca surge com o propósito de ajudar a competir mais eficazmente, num ambiente de marketing cada vez mais competitivo.

Nesta era de super-marcas pode parecer estranho considerar uma cidade, região ou país como uma marca mas, quando fazemos escolhas, todos optamos por determinada marca por algum motivo - “Uma marca tem de parecer um amigo” Howard Schultz (Starbucks).

Destinos de todo o globo (inclusive da Lua) estão a usar o poder da marca para promover os valores indígenas dos seus patrimónios, culturas, economias, ambientes, etnias e histórias.

Mas determinar uma identidade genuína não é um processo simples.

Os locais estão a aumentar a sofisticação da sua oferta em todo o ciclo do turista (notoriedade, motivações, acessibilidade, experiência local) para atrair e fidelizar cada vez mais. 


Observa-se um esforço dos destinos na realização de eventos mediáticos, no sentido de aumentar os níveis de notoriedade. Esta concorrência faz com que seja importante, independentemente da dimensão ou composição do destino, diferenciar-se e comunicar aspectos que são relevantes e valorizados, centrados numa experiência emocional e memorável.

   O grande desafio será definir os parâmetros pelos quais queremos ser conhecidos como destino ou produto. Como podemos sobressair na “multidão” e, naturalmente, que pensamentos e sentimentos queremos provocar, quando as pessoas são expostas ao nosso nome, à nossa marca.

A marca será, em última instância, o elemento congregador de tudo o que queremos passar. Aquele refrigerante de sabor a cola, que imaginamos saborear com gelo e limão numa esplanada num dia de Verão enquanto estamos com gente gira tem uma marca, Coca-cola.

     É na marca que se poderá reunir o adn do que queremos promover.

Thursday, April 18, 2013

Uma marca poliglota, please!

O nome que se dá a uma marca deve atender ao posicionamento estratégico, deve  criar uma diferenciação dos concorrentes e, caso possa estar exposto a outras culturas, deverá ter atenção o que poderá representar perante quem é de uma cultura/pais diferente.

Mas não é um processo fácil. Para cada nome memorável e relevante, existem milhares de nomes irrelevantes, genéricos, difíceis de se pronunciar, ou simplesmente impossíveis de nos  lembrarmos.

Assim é unânime que uma denominação mal escolhida pode acelerar para o seu fracasso. Vejamos alguns exemplos em que não houve o cuidado na selecção e adaptação dos nomes aos diferentes mercados:
A Ikea quando lançou uma das suas mais recentes lojas em Banguecoque esteve quase a vender produtos com denominação escandinava mas que em tailandês tinham conotações sexuais, como foi o caso do vaso de plantas Jättebra, que se assemelha, na gíria, a sexo na Tailândia. Assinatura da rede de fast food  KFC, " finger-lickin' good ", não funciona muito bem na China. Aparentemente, a cadeia de fast food estava sugerindo que queriam "comer os seus dedos." 

Outro exemplo menos feliz aos olhos de outra cultura é o Toyota MR2 que na França ao se ler M-R-Deux fica a soar a m... A Fiat também não foi feliz com o UNO na Finlândia dado que o termo, significa “lixo”. Também no México a American Airlines teve alguns problemas por causa do slogan de lançamento das novas cadeiras em cabedal da primeira classe: ao traduzir “Fly In Leather” para espanhol ficou “Vuela en cuero” que quer dizer “Viaje nu”. 

Também nos números é preciso ter muito cuidado. O número sete é o número do azar no Quénia e em Singapura e o quatro significa a morte na Coreia do Sul.

Contudo há sempre excepções à regra. Nos dias de hoje se juntássemos as palavras coca e cola para representar uma marca de refrigerantes não seriam a melhor opção contudo, Coca-cola, consegue identificar uma das marcas mais valiosas no Mundo.