Friday, November 20, 2015

O céu é o limite

Na última edição da revista Up da TAP saiu um artigo bastante interessante sobre uma forma de publicidade que, contudo, não passa, logo à partida, pelo uso dos meios de publicidade, actualmente, mais usuais.

Escrever sobre um meio de publicidade com cerca de 100 anos, em plena era digital, pode parecer um tema ultrapassado mas acredito que o skywriting não há-de deixar ninguém indiferente.

Imagine-se a passear na rua num dia de céu, quase, limpo e, quando dá por si, em vez de nuvens percebe que o que aparece no céu é uma palavra ou uma frase ou um logótipo relacionado com uma determinada marca.

Ficará indiferente? Não irá querer fotografar e partilhar? Não irá, contar a mais alguém? Não irá guardar na sua memória? Pois, claro, que sim! Imagine a repercussão que esta forma de publicitar terá na localidade onde foi lançado. Imagine uma cidade de olhos postos no céu.

Esta forma de publicidade aérea, feita através de um gerador de fumo expelido por uma avioneta,  apesar de ser muito limitada (quer pelas condições climatéricas quer pelo próprio formato e duração) e não ser efémero, tenho a certeza que ninguém jamais esquecerá do que ver, desenhado no céu.

É uma forma simples e há muito tempo usado, em outros países, como é o caso dos Estados Unidos da América, para chegar a massas, mas acima de tudo, é um excelente meio para tornar memorável uma qualquer mensagem.

Wednesday, June 18, 2014

Acreditem!

O título escolhido para este artigo que agora partilho já estava pensado há algum tempo, mas passou a ser mais oportuno devido à participação da nossa seleção de futebol no Mundial do Brasil.

Embora eu acredite na nossa equipa e em que alcançarão um bom resultado, a motivação para a escolha deste título advém de um convite para partilhar as minhas experiências recentes na área do empreendedorismo, junto de jovens estudantes universitários.

Além de mim próprio, foram convidados outros dois mentores de projetos de sucesso reconhecido no nosso arquipélago, e de quem sou admirador: a Lígia Gonçalves da Walkme Mobile Solutions e o designer (entre outras mil e uma facetas J) Bruno Monteiro da Brunoatwork.

Aceitei sem pestanejar, não somente por educação para com a Prof.ª Susana Gonzaga – que teve a gentileza de me incluir - mas acima de tudo porque julgo ser muito importante, por parte de quem já trava a batalha no Mundo real, poder passar o seu testemunho a quem se apresta a deixar a vida de estudante para iniciar a vida profissional. Ainda para mais quando, atualmente, muita da informação que se cruza no nosso dia-a-dia é negativa e sem esperança.


Não quero nem quis passar uma imagem de afinal é fácil, nada disso! Afinal os desafios na conquista de um trabalho dependente ou na criação do seu próprio projeto são muitos, ou mesmo mais que muitos! São variados, muitas vezes imprevisíveis e inconstantes! Pois é!

Mas acredito que estes desafios serão bem mais ultrapassados por quem acredita em si e no que quer fazer! Quem acredita mesmo nas suas capacidades, quem acredita no seu projeto, será alguém que irá vestir a “camisola” e que terá uma motivação extra para enfrentar os desafios.

Só assim marcaremos a diferença! Sejam criativos, sejam únicos, sejam ambiciosos, sejam audazes e acreditem em vocês porque cada um de Vós é capaz de marcar a diferença neste Mundo e ser bem sucedido!


Eu acredito!

Wednesday, February 19, 2014

Planear ou planear?!


A resposta a esta pergunta é, naturalmente, planear. Esta ferramenta - o Planeamento - tanto deve ser posta em prática no nosso dia-a-dia como indivíduos com encargos a liquidar, férias para organizar entre muitas outras coisas que necessitam de serem devidamente planeadas como, naturalmente, nas próprias empresas. 

O planeamento pode ser definido como o pensamento que antecede a acção, i.é, a actividade que consiste em estabelecer metas e fixar objectivos organizacionais, bem como preparar os planos específicos de acções e prazos de cumprimento. 
Estamos assim, proactivamente a pretender controlar e jogar contra a adversidade do inesperado ao invés de termos de reagir reactivamente ao que menos bom possa surgir.




Se pesquisar antecipadamente sobre que destinos de férias me interessam e sobre as melhores formas (meio de transporte, nomeadamente, avião) de lá chegar, maior a probabilidade de obter as melhores condições para o conseguir realizar. Este exemplo do nosso dia-a-dia também deve ser reflectido no dia-a-dia das empresas. Se num ano estimo que irei gastar determinada quantidade de um determinado produto, atempadamente devo negociar com o fornecedor por forma a melhorar as condições comerciais, quer pelas quantidades quer no próprio plano de fornecimento ao longo do ano, por exemplo.
Planear é fixar o futuro e trabalhar no dia-a-dia para atingir esse futuro de forma eficiente. Estaremos a antecipar acções e a determinar as nossas necessidades de materiais e outros recursos importantes e ao mesmo tempo estaremos, por essa mesma via, a maximizá-los.
Contudo é também importante a monitorização do plano inicialmente previsto, e saber pô-lo em prática com o desenrolar do tempo. Muitas vezes poderá até ser necessário fazer reajustes ao longo do tempo devido à alteração de uma ou mais variáveis, mas até mesmo uma alteração inesperada será mais fácil de implementar com as ferramentas e regras de um bom planeamento.
Num Mundo de incertezas, estamos mais próximo da certeza ao afirmar que “ não planear é planear para falhar ”.

Tuesday, November 26, 2013

Plagiar o empreendedorismo


Neste último ano as circunstâncias da vida obrigaram-me à procura de um novo projecto de vida. A minha formação facultou-me as ferramentas para ser um gestor e a vida pessoal e profissional fez-me acreditar que poderia ser um empreendedor, que sempre me considerei ser, mas até então apenas (ou quase só) teoricamente.

Fiz-me à estrada e fui à procura do que achava poder conjugar a realização pessoal com algum dos “embriões” que tinha acumulados na minha gaveta das ideias. Ou seja, queria fazer o que me desse gozo e mais gostasse, e já agora que fosse a concretização de um projecto que trouxesse mais valias à região onde vivo. Não há nada como trabalharmos com um sorriso na cara sem que tenhamos de fazer um esforço para tal, mas simplesmente por nos sentirmos felizes e realizados.

No meio de várias ideias de projectos (convém que hajam várias, pois as estatísticas dizem que apenas 2 em cada 10 novos projectos é que vingam...)  selecionei 3 ou 4 que considerei terem melhores condições para se concretizarem com sucesso. Fiz alguma pesquisa e pormenorizei o máximo de informação possível: como se caracterizava o mercado, que oportunidades, que parceiros, que concorrência, que investimento, que estimativas de rentabilidade a somar com um pouco de risco, que se espera ser sempre o mais controlado possível mas que é vital para que, de facto, se tenha iniciativa.

Acabei por decidir avançar para a implementação em si, com maior ou menor dificuldade mas sempre muito motivado e orgulhoso por pensar estar a contribuir para desenvolver e implementar algo de diferente e que fosse uma mais valia.


Quando refiro diferente é no sentido de pretender acrescentar algo de novo no mercado. Como costumo dizer, criar algo de diferente é como tentar desenhar um extraterrestre ou seja, apesar de nunca o termos visto e tentarmos traçar algo completamente diferente, acabamos por nos basear sempre no que conhecemos.

Considero pois que fazer algo diferente não quer dizer ir ao extremo de desenhar um ET, mas nunca deve ser uma cópia na íntegra do que já exista.

Acontece que, infelizmente, por mais do que uma vez tenho sido confrontado com situações em que simplesmente copiam tal e qual o que existe, sem se darem sequer ao esforço de contribuir com o somar algo. A isso chamamos plágio.

Apesar disso, e como nestas coisas mais vale sê-lo que parecê-lo, quem for empreendedor e inovador terá sempre muito maiores hipóteses de ser bem sucedido.

Wednesday, November 06, 2013

Passado ou futuro?!

Pois é...este português pode ser traiçoeiro...por um lado anunciamos algo para o futuro mas usamos um endereço do "passado" ;-)


Friday, October 18, 2013

Ladies first


Passava o longínquo ano de 1997 e já o guru da gestão, Tom Peters escrevia que antes de olharmos para os mercados emergentes, como forma de se solucionar os desafios das grandes empresas, como índia e China devíamos olhar, com mais atenção, para o segmento de mercado constituído pelas mulheres. Segundo Tom Peters trata-se da ”oportunidade número um do futuro previsível”.
As mulheres não apenas compram mais que os homens como decidem mais e influenciam mais que os homens.
A mulher vê, ouve, adquire e usa a linguagem de maneira diferente da do homem. Ela tende a demorar mais tempo para tomar a decisão de compra, pois alia aspectos psicológicos e emocionais, normalmente ausentes junto dos homens. São mais exigentes, tendem a comparar mais, seja a qualidade ou o preço e preocupam-se mais com os pormenores de uso e características do produto.
Além disso, são mais impulsivas e tendem a comprar mais do que, inicialmente, tinham planeado.
 Isso significa que é necessário aprofundar os estudos tendo em vista descobrir como essas diferenças se manifestam no momento da compra de forma a orientar o marketing para as elas.
Nos anos 60 o marketing apresentava as mulheres no papel de donas de casa, as responsáveis pela organização do lar e dos cuidados com a família.
Nas décadas de 70 e 80, a mulher já era vista com uma pessoa dividida entre a casa e o trabalho, mas vivendo esse dilema cheio de culpa, por ainda não ser totalmente aceite pela sociedade em geral.
Somente nos anos 90 é que a mulher começou a ser vista em igualdade de condições com os homens e só aí é que se começou a analisar o seu potencial e a preparar acções diferenciadas para o público feminino porque se apercebeu da importância de segmentar a sua comunicação. Elas tornaram-se mais independentes, passando a comprar bens que antes eram considerados de “responsabilidade” masculina, como por exemplo, imóveis, automóveis, viagem de férias entre outros.
Mas como comunicar com a mulher de hoje, que tem novos interesses e necessidades?
Simplisticamente, a comunicação deverá seguir a fórmula das antigas mercearias onde o dono conhecia os seus fregueses individualmente, sabia do que gostavam, separava os produtos, facilitava o pagamento e até se oferecia para entregar em casa.
Não se trata de feminizar a sua marca nem de criar uma outra marca somente direcionada para as mulheres. Trate de saber o que elas pretendem e o seu porquê e depois supere consistentemente o que elas esperam do seu produto.
Como em qualquer área de negócio o que se pretende é conquistar e fidelizar clientes. Por isso, fica a sugestão, conquiste as mulheres (…no bom sentido, claro!) e terá grandes possibilidades de acompanhar com sucesso o grande mercado do futuro, que já é no presente.

Eis um bom exemplo pela Volvo com o projecto YCC, Your Concept Car em:Your concept car by Volvo

Wednesday, October 02, 2013

Há gente boa que não sabe que o é...

Hoje, ao contrário do que é habitual, não vou escrever sobre marketing mas sobre um episódio que ocorreu comigo ainda há pouco.

Fá-lo porque, para além de muito bem me ter feito ao ego, foi mais uma cena de um filme da vida, onde se relembra que existe gente boa, que não sabe que o é, pelo bem que faz ao outro. Acreditem!

E acreditem que em cada um de nós há, de certeza, um papel importante nas cenas do filme de vida que por aí andam!

Nós não somos más pessoas! Até temos um lado bom! Todos nós temos esse lado bom! Só que muitas vezes nos esquecemos ou não damos o devido valor!

Mas acreditem que basta pouco mas muito pouco para fazer alguém se sentir bem e basta pouco, mas muito pouco também para fazermos algo que nos faça bem!

Só temos de deixar ser um pouco menos egoístas, um pouco mais atentos ao que se passa à nossa volta! 

Devemos valorizar verdadeiramente e justamente o que temos. Podemos ter tido um dia menos bom mas se pensarmos bem...lá no fundo devemos nos lembrar e sorrir porque estamos vivos e que o devemos aproveitar porque a nossa passagem por cá é muito rápida!

Devemos aproveitar o facto de cá estarmos (neste Mundo) ao máximo, não como se não houvesse amanhã mas de facto porque é tão bom vivermos!

E hoje senti isso mesmo! Bastou um casal anónimo (anónimo porque não sei os seus nomes mas depois de hoje nunca mais me esquecerei das suas caras!) me ter abordado no supermercado só porque me tinham visto a falar sobre um dos meus projectos na televisão e desejaram-me as maiores felicidades e o maior sucesso pois acharam a ideia engraçada e que eu devia ter sucesso.

Pois foi...foi pois, um momento de good vibes, de uma energia positiva que me fez sorrir de felicidade e beliscar para que nunca me esqueça que há muito boa gente por aí, em todos nós, que com muito pouco pode contribuir para alguém ser feliz!

Olhemos para os outros e para nós e façamos os outros e a nós um pouco mais felizes! :)


Wednesday, September 18, 2013

Os meios justificam os fins


Para uma campanha publicitária ser considerada bem sucedida, a sua mensagem terá de chegar ao público alvo (notoriedade) e deverá corresponder a um determinado comportamento junto destes (uma compra, uma acção etc.). Nesse sentido, a importância dos meios de comunicação poderá ser fundamental no sentido de reforçar e credibilizar a própria campanha publicitária.

O que se pretende numa determinada campanha publicitária, não é somente fazer com que ela seja vista pelo seu público alvo, mas também que a mesma seja considerada credível.

Muitos dos consumidores não lêem ou são cépticos a alguns anúncios, nomeadamente quando estamos perante o lançamento de um novo produto: a campanha publicitária poderá não ser suficiente para o “credibilizar” junto do seu público alvo.

Aí poderão os meios de comunicação ser os parceiros ideais nessa credibilização. Se, ao mesmo tempo que sair um anúncio publicitário, surgirem notícias nos jornais, nas redes sociais, na televisão, com o testemunho (positivo, claro!) de outras pessoas, sejam elas consumidores anónimos ou líderes de opinião, será, sem dúvida, uma mais valia.

Recordo-me o que se passou comigo há uns anos, aquando do processo de escolha de um carro. Comecei por pesquisar na internet por vários modelos de diferentes marcas de um determinado segmento e ao nível do seu custo. Depois desta primeira seleção, identifiquei duas marcas que considerei adequadas ao que procurava, mas tinha de me decidir por uma. Então comprei revistas da especialidade, pois queria ler a opinião de quem já os tinha experimentado. Dessas leituras destacou-se uma opinião muito positiva sobre o conforto de um dos carros. Pensei para mim que até na definição de conforto poderemos ter considerações diferentes mas, de facto, quando me sentei pela primeira vez nesse carro, comprovei que o tinha!



Muitas das vezes precisamos ‘ouvir’ uma fonte independente para ajudar-nos a decidir e os meios de comunicação, para além de serem o veículo difusor da campanha publicitária, poderão ser em si mesmos o meio para passar uma mensagem de reforço e credibilização.

Mas atenção: deverá ser sempre verdadeira a mensagem que se passa, porque se o consumidor concluir que foram defraudadas todas as mensagens passadas, não voltará a comprar.

Sunday, July 21, 2013

O que marca é a Marca

O branding (processo de activação de uma marca) sempre foi aplicado a produtos de consumo, mas a partir dos anos 90 passou também a ser adoptado pelos destinos. A necessidade de se criar uma marca surge com o propósito de ajudar a competir mais eficazmente, num ambiente de marketing cada vez mais competitivo.

Nesta era de super-marcas pode parecer estranho considerar uma cidade, região ou país como uma marca mas, quando fazemos escolhas, todos optamos por determinada marca por algum motivo - “Uma marca tem de parecer um amigo” Howard Schultz (Starbucks).

Destinos de todo o globo (inclusive da Lua) estão a usar o poder da marca para promover os valores indígenas dos seus patrimónios, culturas, economias, ambientes, etnias e histórias.

Mas determinar uma identidade genuína não é um processo simples.

Os locais estão a aumentar a sofisticação da sua oferta em todo o ciclo do turista (notoriedade, motivações, acessibilidade, experiência local) para atrair e fidelizar cada vez mais. 


Observa-se um esforço dos destinos na realização de eventos mediáticos, no sentido de aumentar os níveis de notoriedade. Esta concorrência faz com que seja importante, independentemente da dimensão ou composição do destino, diferenciar-se e comunicar aspectos que são relevantes e valorizados, centrados numa experiência emocional e memorável.

   O grande desafio será definir os parâmetros pelos quais queremos ser conhecidos como destino ou produto. Como podemos sobressair na “multidão” e, naturalmente, que pensamentos e sentimentos queremos provocar, quando as pessoas são expostas ao nosso nome, à nossa marca.

A marca será, em última instância, o elemento congregador de tudo o que queremos passar. Aquele refrigerante de sabor a cola, que imaginamos saborear com gelo e limão numa esplanada num dia de Verão enquanto estamos com gente gira tem uma marca, Coca-cola.

     É na marca que se poderá reunir o adn do que queremos promover.

Thursday, June 20, 2013

Novo produto ou produto novo?


A dinâmica dos mercados, como seja a sua volatilidade e/ou a necessidade de preservar o mercado de actuação ou até mesmo a ambição de alargar os seus mercados, faz com que as empresas devam estar em constante procura de novos meios para superar os desafios que todos os dias tem de encarar
Uma das formas é através do lançamento de um novo produto ou até mesmo reanalisar o produto que já tenham e, reinventá-lo, se assim se concluir ser necessário.
Mas porquê o lançamento de um novo produto? Porque apostar na introdução de um produto que à partida e, numa primeira fase, terá um volume de vendas reduzido?
Por diversos motivos. Desde o assegurar da sobrevivência - e o próprio crescimento - das empresas, passando pela necessidade de se substituírem produtos que atingiram a sua fase final no ciclo de vida, ou de produtos menos bem-sucedidos, ou ainda quando se determinam oportunidades através de novos nichos de mercado até então inexplorados. Mas atenção, apenas uma pequena percentagem de novos produtos é bem-sucedida.
Ou porque reanalisar o seu produto e adaptá-lo às novas realidades?
O acompanhar das tendências de mercado é vital e deve ser constante. O que foi concebido no passado, mesmo que tenha sido há pouco tempo, deve ser constantemente acompanhado para se perceber se o mesmo continua a satisfazer as necessidades para o qual foi criado ou se necessita de reajustes às novas tendências.

Em qualquer uma das situações, para minimizar riscos urge a necessidade de recolher o máximo de informação disponível sobre o mercado onde pretendemos intervir ou onde já actuamos (dimensão, pontos fortes e fracos, etc) e sobre os players já existentes. Podemos ter acesso a essa informação, quer através dos próprios clientes , quer com base em informação disponível  nos centros de Estatísticas quer através da área comercial da empresa, para além das próprias áreas de investigação e desenvolvimento.
Uma vez recolhida a informação, é necessário confrontar as principais conclusões que foram seleccionadas com a estratégia e capacidade da própria empresa (ou seja, perceber se a empresa está preparada quer em termos de estrutura quer em termos de modo de actuação) ao mesmo tempo que se deve tentar determinar a receptividade do mercado.
Em resumo: informação do mercado, benchmarking, teste, aplicabilidade/oportunidade e apresentação/imagem são as palavras-chave no trabalho a desenvolvimento de um novo produto. Defina objectivos e adeque a sua estrutura à nova realidade.
A facilidade e rapidez com que as empresas se irão adaptar às novas tendências, é um dos principais factores críticos para o sucesso das mesmas.